HUNA

HUNA

 

Que é Huna ?

Max Freedom Long publicou seu primeiro relato da investigação sobre Huna, chamou-o de "Recuperando a Magia Antiga" e usou o termo "Ciência Secreta" ao referir-se ao sistema.

Quando Max foi para o Havaí como professor em 1917, como a idade de 27 anos, já tinha trabalhado com TEORIAS, filosofias e DOGMAS. Estava então pronto para um método que AGISSE.

Quando ouvia as estórias sobre como andar na lava e cura instantânea, não notava nenhuma TEORIA, nenhum DOGMA, mas somente algo a ser feito - algo que FUNCIONAVA !

A história dessa investigação que abrangeria mais de 50 anos de vida dele está narrada no livro "Ciência Secreta em Ação", "Milagres da Ciência Secreta" que nos dão uma descrição das bases do sistema.

Huna é prática,um método, uma ferramenta construída de um sistema psicofilosófico, cujo arcabouço de referência é baseado em antigas idéias havaianas.

Huna é uma FORMA DE VIDA porque nos permite viver eficazmente, com felicidade, e saudáveis.

É uma ferramenta que deve ser USADA.

A Huna não é pensamento positivo, mas inclui o ponto de vista positivo e elimina o negativo.

O pensamento positivo às vezes age e muitas vezes não e a Huna explica porque age e o que está errado quando não age.

A Huna não é um método de meditação, mas a meditação pode ser uma ferramenta usada para conseguir a cooperação do eu básico.

A PSICOFILOSOFIA Huna não é um sistema xamãnico, embora exista o xamanismo havaiano.

Não usa incantações ou rituais secretos.

Mas mostra a base disso, quando usada por alguém e o que está por detrás dos rituais e dos princípios que podem ser usados, derivados dos rituais tradicionais.

A Huna tem muitas coisas parecidas com outros sistemas esotéricos.

Os havaianos (polinésios) sabiam disso há mais de 5.000 anos, quando Freud e Jung ainda nem tinham sonhado em nascer !

E não só conheciam as partes da mente, mas sabiam como integrá-las e fazê-las trabalhar corretamente, alinhadas, para que pudessem levar uma vida harmoniosa e equilibrada, que era o normal para eles.

 

 

 

Dentre os muitos pontos originais da Huna há dois muito importantes:

o conhecimento que há um Eu Superior, chamado por eles de Aumakua e que há uma forma de se obter a cooperação dele para a reconstrução de um novo futuro, melhor e mais de acordo com nosso desejos, desde que não fira a nada, nem a ninguém e nem a si próprio.
o fato de podermos aplicá-la a qualquer área de nossa vida, inclusive no plano material, respeitada a condição já dita, uma vez que somos compostos de três eus, cada um com suas próprias necessidades e cada um com seu nível de desenvolvimento e evolução . 3-A palavra Huna quer dizer SEGREDO. Embora esse segredo só fosse transmitido entre os havaianos de pai para filho, de ouvido para ouvido, hoje podemos revelá-lo a todos. A Huna tem dois lemas básicos que são, em inglês, pela coesão: "NO HURT, NO SIN " - "SERVE TO DESERVE"

 

 

Origens da Huna


Quando jovem e a partir de 1917, recém-formado em Psicologia nos Estados Unidos, Max Freedom Long viveu durante quatorze anos no Havaí, principiando sua vida como professor. Lá ouvia contar muitos casos de cura instantânea e outros feitos miraculosos dos kahunas, que se enquadravam naquilo que os brancos chamavam de "magia".

Seu espírito pesquisador e amante do estudo do ocultismo levou-o a tentar, sob todas as formas, descobrir o que havia por trás dos fatos que presenciava ou ouvia narrar. Seu intenso desejo de desvendar o mistério levou-o até um senhor idoso, curador do Museu Bishop de Honolulu e cientista muito conhecido na sua época, o Dr. William Tufts Brigham.

Este não só confirmou todas as estórias ouvidas como ainda acrescentou outras de sua própria vivência, como a de andar sobre lava fervente em companhia dos kahunas, sem queimar o pés, mas tendo torrado sua bota, que ele teimosamente quis conservar nos pés.

O Dr. Brigham tomou Max Freedom Long sob sua tutela, após saber dos interesses e estudos dele e considerou-o o continuador dos seus 40 anos de pesquisas sobre os kahunas e revelou-lhe que deveria buscar os seguintes elementos em sua procura e que, uma vez descoberto um deles, seria fatalmente levado aos outros:

Deveria haver uma forma de CONSCIÊNCIA que os kahunas eram capazes de contatar através de cerimônias ou preces.

Essa consciência não identificada podia usar uma FORÇA, que lhes permitia controlar o calor no andar sobre lavas ferventes ou fazer mudanças na matéria física para a cura instantânea ou modificação do futuro.

Que devia haver alguma forma de SUBSTÂNCIA visível ou invisível através do qual a força agia.

 

 

DECODIFICADOR


Max Freedon Long - Psicólogo americano, viveu quatorze anos no Havaí. Incansável pesquisador de Huna " O Segredo".

A decodificação de HUNA resultou no sistema chamado de Psico-Filosofia HUNA. Batista muitas vezes freqüentava a Igreja católica com um amigo de infância. Neto de fazendeiros do Iowa viveu no meio rural. Sua infância viveu no Wyoming e desde os sete anos de idade, experimentava a realização de sonhos, dons estes que seus pais também possuíam. Estudou Ciência Cristã, Teosofia além da prática do Zen com um bispo americano. Mais tarde aperfeiçoou-se com um Mestre Japonês.

Todas as religiões ao seu alcance estudou. Após cursar a escola normal formou-se em psicologia. Em um sonho premonitório, foi instruído a ir em um cruzamento de duas ruas em uma cidade próxima. Ao acordar seguiu as orientações. Lá chegando, encontrou um velho amigo de infância, que estava desesperado. Havia se inscrito em um programa do governo americano para lecionar no Havaí e só poderia desistir se arranjasse alguém para substituí-lo.

Tinha objetivo de lecionar em uma famosa praia turística, contra sua vontade, fora designado para um sítio afastado. Max chega em 1917 ao Havaí. Depois de uma viagem de vapor, conhece a escola onde lecionaria por um período.

A pequena escola era localizada em um vale solitário, entre uma plantação de açúcar e um enorme sítio com muitos empregados havaianos. O proprietário era um homem branco, vivendo muitos anos no Havaí. Max maravilha-se as constantes atividades vulcânicas, pois o sítio ficava perto do vulcão Kilauea.

 

 

ELEMENTOS DA PSICOFILOSOFIA HUNA

Max Freedon Long compilou, decodificou e interpretou do antigo e milenar sistema havaiano, os elementos que são a base para o entendimento da Psico Filosofia Huna. Durante meus estudos sobre a Psico Filosofia Huna, achei interessante criar uma ilustração para cada elemento. As figuras abaixo são uma interpretação pessoal de como pode ser cada elemento.

 

 

Corpo Físico

Para os propósitos da Huna o corpo físico é real - pelo menos tão real quanto as demais coisas ao nosso redor. O corpo físico foi evoluindo das formas mais primitivas de vida e aprendendo com cada passo evolutivo, até chegar a um estágio em que podia abrigar um eu mais elevado, mais racional, um estágio acima dos animais e que é o eu médio, o eu que fala. Como animal, ele seguia os instintos e nosso eu animal, o eu básico, ainda tem a orientação do instinto para dizer-lhe como formar, por exemplo um corpo físico desde o momento da concepção e como digerir a comida e realizar todos os complicados mecanismos necessários ao crescimento, nutrição, manutenção e reprodução do corpo.

 

 

Os Três Espíritos ou Eus

Eu Básico, chamado de Unihipili, subconsciente ou "anima", possui memória e emoção, é ilógico controla as funções do corpo, os Fios Aka, Formas Pensamento, está sujeito a sugestão, apoia-se nos cinco sentido possuindo a telepatia. Seu Kino-Aka adere a tudo que toca, criando os Fios Aka que conduzem Mana.

Unihipili ou eu básico (EB)

 

Ao desvendar o código contido na palavra Unihipili, Max descobriu as seguintes características sobre o eu básico:

É um espírito consciente ou entidade separada, assim como o eu médio (EM) e o Eu Superior(ES).
É um servo dos outros eus e é ligado ao eu médio como um irmão mais jovem.
Detém o controle dos vários processos do corpo físico,exceto os músculos voluntários, que são controlados pelo eu médio.
Em seu corpo aka pode deslizar para dentro e para fora do corpo físico, impregnando toda célula e tecido do corpo físico e cérebro. Seu corpo aka é um molde de toda célula, tecido ou fluido corporais.
É a sede das emoções.
Fabrica a forca vital ou mana, como os kahunas a chamavam, para uso dos três eus.
Ativa o cordão aka)ao longo do qual manda as formas-pensamento para o Eu Superior.
Recebe todas as impressões sensoriais, através dos cinco sentidos e apresenta ao EM para explicação.
Registra toda impressão e todo pensamento.
Responde rapidamente ao comando do EM, trazendo à consciência as lembranças arquivadas na memória.
É o eu que pode ser influenciado pela sugestão hipnótica.
Pode conservar idéias não-racionalizadas pelo EM, em seu corpo aka, dando origem aos "complexos" e "fixações".
Sua sede fica na região do plexo solar.
É o " Eu Consciente" , a mente racional ou "Persona". Possui o poder do raciocínio, força de vontade e imaginação. Sem memória produz os pensamentos do dia-a-dia. Seu Kino aka e menos denso que do Eu Básico. Sua energia Mana-Mana ou dupla força é freqüência mais elevada que do Eu Básico. Usada pelo Eu Médio nos pensamentos e atividades da vontade.

Uhane ou eu médio (EM)

A palavra UHANE significa "o espírito que fala". É o mais conhecido, pois é nossa parte consciente, intelectual, raciocinadora. É o eu que recebe informações de várias fontes e lhes dá significado ou direciona a ação, analisa e organiza informações, que dá as ordens ao eu básico. Todas as convicções acerca da realidade que nos cerca são aceitas ou estabelecidas pelo eu médio e arquivadas na memória do eu básico, formando um padrão de referência, ou a consciência.

Características:

É um espírito que fala.
Não guarda recordações, não tem memória, depende do eu básico para isso.
Programa a "conciência" no eu básico, dando-lhe a noção do bem e do mal..
Detém a força raciocinadora, é nosso intelecto, é o eu que toma decisões.
Incute hábitos no eu básico (comportamento aprendido).
Controla o eu básico pela "vontade".
Somente ele pode pecar, ferindo ou prejudicando intencionalmente a alguém.
Tem a tarefa de treinar, ensinar o eu básico, guiando-o e companhando-o em seu crescimento evolutivo e ajudando-o a ser menos animal e mais humano.
Deve aprender a trabalhar de forma adequada e consciente com os outros dois eus, o básico e o Superior, de forma a tornar o ser humano um ser integrado como foi criado para ser.
Localiza-se na região da cabeça.


Eu Superior, chamado pelos Kahunas de AUMAKUA, significa: "O Grande Espírito Parental Confiável". É o superconsciente , nosso "Anjo da Guarda" que possui o conhecimento direto do passado, presente e futuro. Simbolizado pelo sol, pela luz e está ligado em rede na "internet cósmica" o Poe Aumakua. Possui o corpo etérico invisível Kino Aka, representado em pinturas religiosas por um halo de luz. Sua energia Mana-Loa é de freqüência mais elevada que os outros dois Eus, usada para transformar o molde invisível em Formas Pensamento na realidade da matéria. Usada pelos Kahunas nas curas instantâneas, magia, mudança do futuro etc.

Aumakua, ou Superconsciente, eu superior (ES)

O nome que os kahunas davam para nosso terceiro eu quer dizer "Espírito Parental totalmente confiável", e é composto de uma parte feminina e outra masculina sendo, portanto andrógino - O Pai e Mãe amoroso que molda nosso futuro, respeitando nosso livre arbítrio.

Características:

É um Espírito ou eu.
Habita seu corpo aka fora do corpo físico, geralmente, podendo ficar próximo ou a uma certa distância, porém sempre ao alcance do chamado do eu básico, ao qual está ligado pelo cordão aka ou cordão prateado dos esoteristas.
É o Espírito Parental totalmente confiável.
Toma os moldes de aka e concretiza o futuro de cada um.
Todas as preces passam primeiro por ele.
Faz parte da "Grande Companhia dos Eus Superiores" ou Poe Aumakua, interligados de forma misteriosa.- É nosso anjo guardião, seu símbolo é o Sol ou a Luz.
É o que pode realizar a cura instantânea.
Julga, aconselha, guia e protege os outros eus.
Não interfere no livre arbítrio dos outros eus.
Vê o passado e o futuro já cristalizado.

 

Por causa da limitação de nossas mentes como eus básico e médios, não podemos entender totalmente a forma de operar e de ser do Eu Superior, mas podemos amar esse Eu que é nossa centelha Divina, sabendo que Ele nos ama a todo o tempo, não importa o que fizermos e estará sempre pronto para responder ao nosso pedido de auxílio, quando assim solicitado com fé e emoção.
Somos nós, os eus básico e médio, que colocamos limitações na ajuda que pode ser-nos
fornecida pelo Eu Superior, cujo amor é infinito e ilimitado.

 

Os três níveis de energia

Essa energia, chamada pelos kahunas de MANA e produzida a partir do alimento que ingerimos e do ar que respiramos, é a mesma que os hindus denominavam de prana e está relacionada com todas as formas de energia vital , não importa o nome que receba, tais como "chi" ou "ki" das artes marciais , a força ódica do barão Von Reinchenbach ou a energia orgônica de Reich.

Por uma ação da mente, podemos aumentar o suprimento de mana já existente no corpo, bastando explicar ao eu básico o que deve ser feito e pedir-lhe para acumular energia extra através da respiração profunda ou de alguns exercícios físicos que o impressionem.

O símbolo da mana é a água, dentre outros, podendo-se imaginar a água subindo como uma fonte e derramando-se no alto da cabeça. A mana parece viva e ter uma forma de inteligência própria, mas na realidade é a consciência do eu básico dirigindo a projeção dela e também as coisas a serem realizadas com a mana. Podemos medir nossa energia normal e depois verificar o aumento adquirido através da respiração profunda, com o uso do pêndulo, desde que já estejamos bem treinados em seu uso e o eu básico esteja firme na utilização do código ou convenção escolhidos.

O mana do Eu Básico

O eu básico capta a energia vital da alimentação que ingerimos e do ar que respiramos e, acreditamos que também na força ou energia cósmica que incide sobre nós.

Ele a armazena em seu corpo aka e compartilha essa energia com os outros eus, que a transformam em seu próprio nível.

Como vimos, o eu básico é capaz de acumular uma sobrecarga de mana pela respiração profunda.

Essa sobrecarga é usada para fazer formas-pensamento fortes, que perdurem. A sobrecarga de energia também pode ser usada para recarregar a pessoa esgotada por um intenso trabalho físico ou intelectual, ou ainda para realizar tarefas especiais.

Vemos muitas vezes nos filmes os operários das fábricas japonesas fazendo exercícios antes de iniciar o trabalho. Esses exercícios deveriam,talvez, ser feitos ao ar livre, após a metade da jornada de trabalho, com

respiração profunda para que possam recarregar-se e não se sentirem cansados, ou para ter maior clareza mental.

As mulheres da Polinésia antiga costumavam ficar atrás das linhas de combate para recarregar os guerreiros feridos, rapidamente, a fim de que pudessem retornar às lutas ou recuperar-se logo dos ferimentos. A energia mana poder ser acumulada em materiais porosos como a madeira, cerâmica, etc.


O mana do Eu Médio

O eu médio transforma a força vital fornecida pelo eu básico, de uma forma sutil, tornando-a, por assim dizer, de uma "voltagem" superior, na falta de melhor termo.

Os kahunas simbolizavam isso como uma divisão da mana básica em duas espécies e a chamavam de mana-mana, indicando, pela duplicação da palavra, o fato de que seu poder estava duplicado e que assim podia ser usada pelo eu médio para controle e comando do eu básico.

Essa é a força que conhecemos como VONTADE. É a energia que deve permanecer forte o tempo todo para fazer o eu básico obedecer às ordens transmitidas a ele pelo eu médio.

Quando a pessoa é muito dominada pelas emoções, isso significa que a VONTADE, isto é, a mana-mana da pessoa está fraca e o eu básico assume o comando.

Essa energia é necessária para podermos manter um regime ou parar de fumar, ou abandonar um mau hábito e devemos reforçá-la para podermos comandar o eu básico e mantê-lo firme na decisão.

 

O mana do Eu Superior

Quando a mana é enviada pelo eu básico ao Eu Superior, é transformada em uma espécie de neblina ou nuvem, chamada de mana loa e torna-se a voltagem mais alta de mana, capaz de desintegrar a matéria, materializando-a ou desmaterializando-a.

Essa força é usada na solidificação, por assim dizer, das formas-pensamento captadas do eu básico ou enviadas por este ao Eu Superior em forma de prece ou pedido, e este assim constrói o futuro do ser total.

Forma Pensamento podemos definir como uma quantidade de energia mental e emocional criada, dirigida e orientada para um objetivo. Segundo os teosofitas A. Besant e C.W Leadbeater, " uma forma pensamento pura e simples, é uma entidade vivente, de uma atividade intensa, criada pela idéia que lhe deu nascimento. Se esta forma é constituída pela matéria sutil, será tão poderosa quanto enérgica, e poderá, sob direção de uma vontade tranquila e firme, desempenhar um papel de alta transcendência.

 

 

 

HUNA SEGREDO

A palavra Kahu significa guardião e Huna segredo. O significado da palavra Kahuna é "Aquele que é um expert em sua profissão". Os Kahunas eram especialistas em: agricultura, construção de cabanas e barcos, pesca, astronomia, navegação, religião, medicina, filosofia, psicologia e outras áreas no campo do conhecimento. O título de Kahuna eqüivale hoje a um Ph.D. Antes da colonização européia, a antiga isolada sociedade havaiana, desenvolveu um sistema religioso, com uma profunda compreensão espiritual do indivíduo e do universo e um grande senso de família. A fechada sociedade havaiana era regida pelas leis do "Kapu", código ou tabus que determinava as leis, hábitos, costumes, crenças, hierarquia social.

A palavra Aloha, para um Kahuna, contém nas suas cinco iniciais de cinco regras:

A - de ala - estar sempre alerta.
L - de lokahi - trabalhar com a unidade do corpo, mente e espírito.
O - de oiaio - honestidade.

H - de ha'aha'a - humildade.

A - de ahonui - paciência e perseverança.

Para um Kahuna, quando se entendia estas regras se encontrava Deus.

Os Kahunas acreditavam que o mana ou energia vital, era recebido do céu através de preces. Devia-se rezar contentemente e enviar preces para o seu Aumakua ou espírito guardião antepassado.

O Aumakua vivendo no céu, olha por sua criança da terra e intercede através do seu divino poder espiritual. Acreditavam na existência de duas grandes forças uma alta e outra baixa. O mundo material é considerado a parte negativa, o mundo espiritual é considerado a parte positiva. A lei do amor de Deus é manifestação da unidade e da harmonia.

Quando se une o material /negativo com o mundo espiritual/positivo se chega a verdade.(As expressões positiva e negativa define as polaridades). O desejo pessoal/negativo e as Leis de Deus o amor/positiva unidos se faz Luz !!.

Um Kahuna possuia o conhecimento em vários campos da atividade humana como;

A'o: professores, pregadores, ministros.
Aloha: especialista no amor.
Ha'i'olelo: especializado em pregações itinerantes.
Ho'oulu ai: especializado em agricultura.
Kalai: especializado em gravuras e esculturas.
Kali wa'a: construtores de canoas.
Kilokilo: pregadores, interpretavam presságios observados do céu.
Lapa'au: especializado em medicina e curas.
Pule: pregadores, pastores, sacerdotes e oradores peritos na oração.
Pale: especializado em desfazer a magia praticada por um mago negro.
Po'i uhane: especializado em atrair e aprisionar espíritos.
Ki'i: zelador de imagens, totens, estátuas, etc. Era responsável por embalar, envernizar e armazenar imagens, pelo transporte durante as batalhas à frente do chefe em comando.
Na'au ao: erudito sacerdote, que instruía iniciados noviços, na tradição e práticas mágicas, um místico letrado na ciência de mente.
Lomilomi: massagista.
Ho'ohanau: obstetra, tinha o poder de conceder um parto indolor para a mãe, transferindo a dor do parto para o pai.

Suas habilidades ou artes eram divididas em algumas das seguintes categorias;

Hu'o-una-una - arte de afastar uma entidade demoníaca espiritual em missão de morte.
Poi-Uhane - maestria em capturar espíritos.
One-one-ihonua - maestria em preces especiais.
Nanu-uli - arte de fazer profecias do tempo.
Kili-kilo - adivinhação.

La'au lapa'au - sacerdotes da saúde que trabalhavam com ervas. Curavam ossos quebrados e outros traumas instantaneamente ou em alguns dias, através de preces ou processos esotéricos.
Makani - sacerdote dos ventos com poderes sobre espíritos místicos.
Ho'o-aoho-noho - condutores de espíritos de pessoas falecidas. Ajudavam os espíritos a elevar-se até a divindade.

Haapu - médico.
Haha - diagnosticador.
Haha paaaoao - pediatra.
Le'ua Eukeu - psicólogo

Kuhi-puu-one - mestre de obra, instaladores e arquitetos dos templos (Heiau)

 

Um kahuna médico, possuía conhecimento de ervas, dieta, massagem,religião, filosofia e psicologia. Ainda hoje muitos dos remédios são usados e efetivos, por exemplo o uso da planta de babosa é excelente para o alívio e cura de queimaduras. O extrato de Awa era um arbusto usado como uma bebida narcótica. Útil como um sedativo para procedimentos médicos, na fixação de ossos quebrados.

Awa também era usado em cerimônias administradas por certos Kahunas, para exorcizar espíritos problemáticos ou aplacar os deuses. Alguns medicamentos havaianos estão sendo investigados hoje por médicos. Em particular um "soro de anti-câncer" preparado de uma lombriga de mar. Testado em animais regrediu certos tipos de carcinoma.

A figura, o poder, a influência e a autoridade religiosa dos Kahunas ainda vive entre os havaianos.

 

 

 

Quase um contato...

Quando eu e minha amiga Lilliane, estavamos na grande ilha Havaí, alugamos um taxi. Visitamos lugares especiais, graças a um simpático, grande e gordo motorista havaiano. Seu corpo ocupava praticamente toda a frente de sua caminhonete. Originalmente a estética havaiana, cultuava a gordura como um atributo para homens e mulheres.

Ao longo das muitas horas em que ficamos com nosso amigo havaiano, Lilliane explicou o motivo de nossa viagem ao arquipélago, fato que o motorista achou interessante. Nosso passeio continuava entre uma curva e outra das tortuosas estradas, seguido de explicações sobre pontos históricos e turísticos.

No meio da tarde, nosso amigo havaiano passou a nos perguntar sobre os tipos de sensações sentíamos em determinados lugares. Falou do Aumakua de sua família, dos Aumakua da natureza e que os tubarões antes não atacavam os havaianos. Mostrou um local na costa da ilha, onde ventava forte perto de rochedos.

Disse que somente havaianos experientes fazem surf neste local, que nenhum haole (estrangeiro) se atreve surfar, pois os deuses só protegem os havaianos e os conduzem em segurança por entre ondas e rochas. Já no cair da tarde para nossa surpresa, disse que tinha um tio Kahuna, que poderia nos levar lá, mas não garantiria que fossemos recebidos.

Eu e Lilliane sentíamos que aquele não era o momento de um encontro como este, agradecemos o convite. Acho que outra oportunidade como esta aparecerá quando eu voltar ao Havaí, pois minha percepção sobre Huna está amadurecendo.

 

 

 

Visita a um Túmulo de uma Kahuna

A ilha Molokai foi última etapa do seminário Huna no Havaí. Ilha de maravilhosos recantos, praias, montanhas, penhascos, matas e quedas d’água, que proporcinaram momentos de isolamento e reflexão. No último dia do seminário, de manhã cedo, Koko Willis nosso anfitrião havaiano, realizou na praia do hotel onde estávamos, um ritual de purificação. Koko era nosso guia pelas ilhas, nos acompanhava desde o início desta jornada.

O grupo participante do seminário era composto de representantes dos EUA, Austrália, Europa e Brasil. Após o ritual seguimos em caravana até o sitio de sua família. Um lugar simples cercado por mata nativa, muito parecida com o cerrado daqui do planalto central. Após uma dura caminhada pela mata e pedras vulcânicas, chegamos até uma clareira. Lá estava um amontoado de pedras vulcânicas dispostas como um grande altar.

Sob as pedras, estava enterrada sua vó, uma legítima Kahuna descendente das antigas tradições. Koko contou que a Kahuna já idosa, na sua infância, mandava um grupo de meninos e meninas, na qual o pequeno neto Koko estava incluído, subirem um escarpada montanha perto do sítio. O risco era grande, mas pequenos se sentiam protegidos e subiam sem medo como em um passeio.

Quando chegavam no topo, sua vó Kahuna os estava esperando. Após ministrar alguns ensinamentos a velha Kahuna pedia que o grupo retornasse. Etapa cumprida todos já de volta ao sítio, o grupo encontrava a velha Kahuna os esperando dentro da casa........ segredo de Kahuna. Após esta passagem e outras, Koko pediu que o grupo de visitantes se dessem as mãos. Fizemos uma meditação em torno do túmulo da velha e sábia Kahuna.

Quando estamos nos separando e dando início ao retorno ao sítio, Koko subiu em cima do túmulo de sua vó e disse que se aquele grupo fosse um grupo, que estivesse sob os ensinamentos de sua vó kahuna, os brasileiros seriam a turma mais avançada. Eu, Lilliane e os outros dois brasileiros participantes do seminário internacional, recebemos este elogio como a coroação da nossa jornada.

Agradecemos e com humildade retornamos ao sítio. Koko que já não está mais entre, foi ao encontro de sua vó, ficou guardado em nossos corações, como um amigo e companheiro nas trilhas e mistérios do Havaí. Aloha, Mahalo Koko.

 

 

 

Fios de conecção da substância do corpo sombreado Kino Aka. Transita a força vital Mana. Empregado no seu escoamento das formas pensamento e orações.

Max toma contato com discretas referências sobre os Kahunas, ao questionar sobre este tema, percebia que seu interesse não era bem recebido.

A vida nativa da região escondia um segredo velado aos estrangeiros. A colonização européia no Havaí, sofreu influência de missionários cristãos.

Através do poder político, eles legislaram e proibiram as atividades religiosas dos Kahunas. Mesmo assim, os mitos e lendas circulavam entre a população. Como o da Deusa Pele, habitante do Vulcão Kilauea, que visitava os nativos pedindo tabaco.

Kahunas eram procurados para: prever o futuro ou modificá-lo, realizar curas, ressuscitar mortos, falar com espíritos, manipular elementais, controlar os animais e a natureza, realizar materializações, andar sobre lava quente, etc.

Em 1820, antes da chegada dos missionários, grandes plataformas de pedra erguiam-se ao longo das oito ilhas, com seus ídolos em madeira e altares para sacrifícios, após a colonização e das leis impostas pelos colonizadores, nenhum oficial de policia ou magistrado havaiano se atrevia a colocar na prisão um Kahunas.

A magia havaiana continuava viva e oculta aos estrangeiros. Visitando a biblioteca de Honolulu, Max pegou por empréstimo alguns livros. Escritos por missionários cristãos, os livros formavam uma visão deturpada das atividades dos Kahunas. Em menos de um século os Kahunas foram considerados maus elementos, cultuadores de "primitivas" superstições.

Nos distritos mais isolados, os Kahunas continuavam a praticar sua magia. A população ainda presenteavam com oferendas a Deusa Pele. O povo havaiano permanecia fiel as regras de Kapu, práticas, ritos, crenças partes do cotidiano havaiano.

No início do quarto ano, Max conheceu o museu Bishop. Fundado pela realeza havaiana, o museu destinava-se a amparar crianças de sangue havaiano. Em uma de suas visitas Max conheceu o respeitado curador do museu Dr. Brighan, um pesquisador experiente em escavações e na cultura das ilhas e muito era conceituado pelo museu Britânico.

Max deixou o relatado em seus livros, inúmeros casos, entre eles, a cura instantânea de uma fratura por uma Kahuna, o afogamento de um menino e a constatação de sua morte, horas após o trágico fato foi chamado um Kahuna, que o ressuscitou.

Outra experiência ocorrida com Dr. Brigham e um grupo de havaianos, que andou sobre lava quente.

Além do susto Brigham teve suas botas incineradas mas sem qualquer queimadura ou ferimento. Max encerrou suas pesquisas em 1931, sem conseguir desvendar "O Segredo" dos Kahunas.

É a legião de todos os AUMAKUA. Estão interligados como uma grande "internet cósmica".

 

 

 

Que é necessário para colocar a Huna em prática ?


A Huna, assim chamado o corpo de conhecimentos psicofilosóficos restaurados por Max Freedom Long, não é uma simples teoria.

Ela age, se esses conhecimentos forem COLOCADOS EM PRÁTICA, de forma persistente, não sendo necessário, para isso, que a pessoa seja portadora de nenhum dom paranormal.

O único requisito para usar a Huna em seu próprio benefício ou de outras pessoas é o de não usá-la para ferir, magoar ou prejudicar alguém ou a si próprio e que esteja disposto a TRABALHAR para conseguir os resultados, que poderão acontecer a curto, médio ou a longo prazo, dependendo de vários fatores, principalmente da intensidade de sua fé , do desbloqueio da via do contato com o Eu Superior e da energia (mana) fornecida a ele.

Como somos três eus, vivendo em três níveis de evolução diferentes , cada eu tem suas próprias necessidades e anseios, razão pela qual a Huna não condena que a pessoa procure obter, usando seus princípios, bens materiais, respeitada a condição de não PREJUDICAR ninguém.

É claro que os mais evoluídos procurarão usá-la para SERVIR a humanidade, agindo em benefício do próximo e do mundo em que vivemos, além de para sua própria evolução.

Max Freedom Long nos diz que a maior descoberta da vida de um ser humano é a de que existe um Eu Superior e a segunda grande descoberta é que há um MÉTODO para cooperar com ele.

A vida normal, para a Huna, é aquela em o Eu Superior automaticamente dá a orientação diária por detrás dos bastidores, mesmo se a pessoa não está ciente disso.

As coisas simplesmente "acontecem" da forma certa. As dificuldades são evitadas e a vida é vivida suavemente, com felicidade e sucesso.

Serve-se e recebe-se a "alegria do Senhor" ou a felicidade que advém de ajudarmos aos outros. Ao mesmo tempo, evolui-se.

O eu básico é treinado e aprende rapidamente a ser como o eu médio. Este torna-se cada vez mais confiável e se aproxima rapidamente do tempo em que se gradua nesse nível e passa para o nível superior em consciência e vida, tornando-se , assim, um Eu Superior.

Desta forma, a vida normal é aquela em que os três EUS COOPERAM UNS COM OS OUTROS e os eus básicos e médio convidam o Eu Superior a exercer o seu devido papel na tarefa de viver, dando a ele o "pão nosso" do mana básico e pedindo-lhe sempre para usar a sabedoria e poder superior que possui para guiar, curar e modelar o futuro da melhor forma possível.

Afirmamos que o Eu Superior não interfere em nossa

vida e na criação de nosso futuro, a não ser que peçamos para fazê-lo.

É uma forma especial de "pedir" que chamamos na Huna de prece-ação, assim chamada porque exige uma ação integrada dos três eus, cada um no eu nível.

Há, porém, alguns pré-requisitos muito importantes para que a prece-ação ou Rito "Ha" seja bem formulada e, portanto , bem sucedida.

 

 

Pré-requisitos da prece-ação ou Rito Ha

Aprender a formular um pedido claro, sem dubiedade e que possa ser transformado em imagem mental.

Não incluir na prece situações negativas, mas considerar a situação já perfeita e curada.

Verificar se as demais pessoas envolvidas no resultado da prece estão de acordo.

Projetar-se no futuro e "viver" mentalmente a situação pedida.

Aprender a formar imagens (formas-pensamento), incluindo nelas todos os possíveis efeitos sobre os órgãos sensoriais.

Ter fé.

Aprender a adquirir uma sobrecarga de mana.

Aprender a desobstruir o caminho ou senda para o Eu Superior (kala).

 

Um passo importante na prece Huna é a operação de desbloquear o caminho ou cordão aka que é nossa senda para ao Eu Superior. O que causa esses bloqueios? Mais comumente os bloqueios surgem devido a fixações e complexos, especialmente os de culpas e de menos-valia, educação religiosa muito restrita na infância, que reforça e reproduz os sentimento de culpa, e obsessão por espíritos.

Como livrar-se desse bloqueios ou "pedras de tropeço"? Existem várias medidas que podem se tomadas, dentre elas as seguintes:

Perdoar-se pelas faltas cometidas no passado, prometendo não repeti-las .

Perdoar a todas as pessoas que nos prejudicaram de alguma forma, consciente ou inconscientemente.

Fazer alguma ação de autosacrifício, como um jejum, ou abster-es de fumar ou fazer um doação a uma instituição de caridade que "doa" no seu bolso, de modos que o seu eu básico sinta que é digno de receber aquilo que está pedindo. Isso será repetido quantas vezes for necessário, para que o sentimento de culpa ou autodesvalorização seja ultrapassado.

Fazer reparações para as pessoas magoadas ou feridas por nós, pedindo perdão pessoalmente a elas e reparando o mal. No caso de uma pessoa já falecida, fazer o bem a outra pessoa que a represente ou simbolize, de forma a compensar o mal produzido.

Convencer o eu básico, através de repetidas conversas, que o único pecado é o de prejudicar ou ferir alguém, contribuindo, assim, para que não se formem novos sentimentos de culpa e conseqüentemente novos bloqueios.

Se nada disso funcionar, procurar paranormais treinados que possam desalojar espíritos obssessores ou então religiosos de qualquer seita com fé poderosa, para que possam devolver esses espíritos ao seu próprio plano. Em suma, convencer o eu básico que é digno e merece o que está sendo pedido, para que ele não se esconda, no momento de contato com o Eu Superior, como a criança culpada que teme o castigo dos pais ou simplesmente está envergonhada de seu procedimento.

 

Procedimentos para a Prece-Ação ou Rito Ha

Decidir o que vai ser pedido, escrever um descrição resumida e clara para impressionar o eu básico, treinar a formação do quadro mental.

Verificar se o que vai ser pedido não prejudicará ninguém. Verificar se o eu básico compreendeu bem e está de acordo. Se não está, convencê-lo disso.

Pedir uma só coisa de cada vez ou coisas relacionadas entre si. Se precisar de várias coisas, formular preces separadas, com intervalos de pelo menos uma hora.

Visualizar o fim ou resultado desejado, sem especificar os meios para obtê-lo, pois a forma de fazê-lo deve ficar ao arbítrio do Eu Superior, mais sábio que os outros eus.

Sempre pedir que o desejo seja concedido se for permitido, próprio e desejável, pois o Eu Superior muitas vezes, conhecendo nosso futuro e o que é melhor para nós como um todo triúno, pode verificar que o pedido não é adequado em oportuno.

Acumular execedente de mana respirando quatro, quarenta ou quatrocentas vezes, dependendo da disponibilidade de tempo ou urgência do pedido ( Ha em havaiano quer dizer respiração e 4, 40 ou 400).

Facilitar, no plano físico, a realização da prece, pois "ajuda-te que Deus de ajudará" implica que cada um tem de fazer a sua parte, trabalhando para o fim comum. Max Freedom Long dizia, citando os kahunas; "O passado está além de qualquer mudança; O presente está escorregando de nossas mãos. Mas o futuro é nosso, para moldá-lo ao nosso desejo". "Eis como faço novas todas as coisas". Daí o nome Prece- Ação, pois demanda um PEDIR e um AGIR também.

 

Resultados

 

Se o pedido envolver uma resposta do Eu Superior em forma de orientação ou conselho, isto poderá acontecer durante o sono, sob a forma de um sonho nítido e simbólico, ou então através de uma pequena voz ou pensamenmto, inspiração ou intuição, bem claros,rerlacionados com o pedido.

Se o pedido for para a obtenção de algo mais concreto, não acontecerá imediatamente, pois primeiro virá o futuro que já cristalizamos. Podemos pedir ao Eu Superior que destrua o futuro já cristalizado, em primeiro lugar, o que muitas vezes pode causar um acúmulo de fatos desagradáveis, dando a impressão de que as coisas pioraram depois da prece, mas será uma situação passageira. O "novo"futuro irá então sendo formado gradualmete, à medida que for formulada a prece e fornecida a mana necessária.

 

 

 

Como Desimpedir o Caminho ou Desbloquear a Senda ao Eu Superior

Esta é uma etapa muito importante e deverá ser feita, de preferência, todos os dias, para que não acumulemos "lixo" mental.

Como podemos saber se o caminho está bloqueado?

Há alguns sinais evidentes de não-cooperação do eu básico, como distração, falta de emoção, aborrecimento, impulsos vários, coceira pelo corpo, o eu básico fica trazendo à memória tarefas a serem realizadas, etc, tudo isso acontecendo na hora da prece-ação.


Que fazer então?

Conversar com o eu básico através do pêndulo, procurando saber as razões pelas quais não está cooperando.

Algumas vezes nossas preces não são atendidas porque o eu básico pode está armazenando o seguinte;

O sentimento de que, se não pedir primeiro para os outros e não os ajudar a conseguir as coisas necessárias, não merecerá ser ajudado;

O sentimento de medo de Deus ou do Eu Superior, geralmente provocado por complexos de culpa, de falta de dignidade e sentimento de vergonha, provenientes da educação da infância;

Não gostar da oração, que havia sido imposta na infância, causando desagrado.

Inércia ou preguiça do eu básico, que não quer fazer o esforço necessário para ajudar o eu médio a satisfazer os seus desejos. Às vezes pode haver completo desinteresse pela vida ou então recordação de experiências anteriores em que o fracasso aconteceu após prolongados esforços. Nesse caso é preciso restabelecer mais uma vez o desejo , com uma suficiente renovação de confiança no Eu Superior e em Deus. Outras vezes o eu básico pode recusar-se a participar por julgar inútil ou prejudicial a coisa pedida, devendo ser convencido da importância dela.

O sentimento de que velhos ódios e invejas precisam ser mantidos, sendo preferíveis a limpar o caminho e fazer a prece.

O sentimento de que fazer a prece e curar-se , no caso de doença, acarretaria perda dos cuidados e solicitudes dos outros membros da família, faria perder a pensão do INPS e levaria o indivíduo a ter que arcar com responsabilidades das quais estava livre pela doença.

Outras formas de kala (cada um deve descobrir a que melhor funciona para si próprio):

Mergulho no mar, ou banho de chuveiro, despejando no fim uma vasilha com água e sal, dizendo que está levando toda a negatividade.

Fazer um sacrifício que faça o eu básico sentir, por exemplo, deixar de fumar por uma semana, não comer nada até a hora de almoço durante uma semana, fazer uma doação em dinheiro ou serviço para uma instituição de caridade que julgue merecedora de seu auxílio, etc.

Pedir o auxílio de um profissional da área da Psicologia, especialmente da linha Junguiana ou Transpessoal, se não conseguir fazer o trabalho sozinho.

 

 

 

Centros de Força

Na tradição e práticas de cura os Kahunas identificavam quatorze pontos de energia ou centros do corpo chamados KAHI.

Estes pontos estão localizados conforme figura: Na coroa da cabeça, peito, umbigo, osso púbico, palma das mãos e solas dos pés.

Quatro destes pontos são chamados de "esquinas" : Ombros e quadris.

Existem dos centros adicionais: A sétima vértebra cervical (saliência no final do pescoço) e o cóccix último osso na base da coluna.Podemos fazer um paralelo entre os centros Kahi e os chackras da tradição oriental.

Cada escola poderá apresentar diferenças ou coincidências na localização de pontos de energia.

 

 

 

COMO USAR ESTES PONTOS

Coloca-se os dedos ou palma das mãos (qualquer uma), em um centro de força, a outra palma em um ponto de "liberação", ou seja uma área do corpo onde esta tensa, com dor, ferida ou em situação desarmônica.

Pode ser um outro centro de Kahi. Por exemplo se você estiver com dor de cabeça, coloque os dedos ou palma da mão onde está doendo e a outra palma da mão na base da coluna ou umbigo, se a dor for de estômago, coloque a palma suavemente onde há dor e a outra no pescoço (sétima cervical).

Focalize sua consciência em ambas as palmas das mãos ao mesmo tempo, e respire lenta e profundamente. A prática deste exercício aos poucos se tornará natural.

Para ajudar imagine um arco-íris fazendo uma ponte entre a palma da mãos. Este exercício poderá ser feito em si mesmo ou em outra pessoa. Deixe que o seu Eu Básico lhe indique de forma intuitiva, onde fazer as conecções, quais os pontos Kahi e locais a serem tocados.

O uso de um canto ou frase ritmada, poderá contribuir para fixação da atenção, como por exemplo: " Seja, consciente, seja livre, esteja focalizado, seja amado, seja forte, seja curado,...". Crie sua própria frase com os atributos de acordo com a situação ou necessidade.

 

 

 

CIRCULAÇÃO DE ENERGIA DOS KAHUNAS

1o Estágio Relaxamento: Relaxe o corpo, mente e emoções. O corpo deve estar solto livre de tensões ou dores, que possam interferir com a mente livre. A mente deve estar relaxada, aberta às impressões psíquicas. Se a mente estiver tensa não poderá focalizar os outros dois estágios. Tão importante quanto o relaxamento do corpo e mente é o relaxamento das emoções. Os Kahunas não trabalham se estiverem cheios de emoções negativas, pois estas atraem espíritos negativos da mais baixa espécie, que servirão apenas para aprisioná-lo.

2o Estágio Mente Vazia: Esvazie a mente complemente. Todas as imagens, pensamentos e imaginação devem ser postos de lado. Quando a mente estiver vazia ela se tornará cheia de LUZ. Esta LUZ e chamada de KUKUI ou energia psíquica. Os Kahunas acreditam que KUKUI entra pelo corpo e enche a Lua Uhane (caverna do espírito), que está localizada entre os olhos. Se a mente não estiver complemente vazia a LUZ não entra. A mente não ficando vazia pode causar obstáculos e distorções na meditação.

É uma técnica praticada Kahunas que reforça seu poder de abençoar, com o aumento de sua energia pessoal o Mana (também conhecido como: Prana, Chi, Ki, Orgone etc.). Uma simples maneira de respirar usada para alterar, centrar, meditar e curar. Não requer local ou postura especiais, pode ser feita enquanto nos movemos ou parados, ocupados ou descansando, de olhos abertos ou fechados.


TÉCNICA:

Tome consciência de sua respiração.


Localize a coroa da cabeça e o umbigo, pelo toque ou percepção deste locais.


Ao inspirar o ar focalize na coroa da cabeça e ao expirar focalize o umbigo.


Quando você se sentir relaxado, centrado e energizado, comece a imaginar que está cercado por uma nuvem de luz ou por um campo eletromagnético, e que sua respiração aumenta a energia dessa nuvem/campo.


À medida que você abençoa, imagine que o objeto de sua bênção está circundado com a mesma energia que você.

VARIAÇÕES: Ao invés de coroa e umbigo, mude sua atenção de um ombro para o outro ombro ou do céu para terra. Para ajudar a focalizar o campo de energia imagine-o colorido, com um tom, acorde ou zunido.

 

 

O que é a psicologia dos Kahunas?

É um sistema que procura, em forma consciente, a ajuda de nosso Deus interior, nosso Anjo da Guarda. Segundo os Kahunas, o ser humano não tem apenas um espírito, mas sim três espíritos: o subconsciente ou Eu Básico, o consciente ou Eu Médio e o Eu Superior, que a Psicologia Transpessoal chama Superconsciente e nós conhecemos por Anjo da Guarda. Nas crianças, o contato entre os três eus é natural, mas depois perde-se. A sabedoria HUNA visa estabelecer essa ligação voluntariamente, para fazer dessa trindade uma unidade, possibilitando ao homem viver seu pleno potencial.

 


O que diferencia HUNA dos outros sistemas?

Que nos temos um terceiro espírito ao nosso alcance, que o Eu Superior pode ser contatado conscientemente, e precisa da energia do Eu Básico para poder ajudar-nos na nossa vida no mundo físico. E mais: esse nosso Anjo da Guarda tem o poder de transformar nossos pedidos, se corretamente feitos, em realidade. A sabedoria dos Kahunas pode ser chamada, portanto, a filosofia da trindade humana, uma espécie de cristianismo esotérico.

 


De onde vem esse conhecimento?

HUNA é um sistema psicológico antigo, praticado por sacerdotes, possivelmente no Oriente Médio. Na época de sua origem era uma doutrina secreta; existem, porém, muitos indícios de que religiões do Egito, Israel, Mesopotâmia e Índia foram influenciadas por ele. Os essênios, tidos como os protetores e educadores de Jesus, o conheciam. O próprio Jesus é considerado um grande Kahuna. No século 20, este sistema foi redescoberto, no Havaí, pelo psicólogo e lingüista americano Max Freedom Long. "Kahuna" - o termo da língua havaiana para curador, mestre, especialista - significa "guardião do segredo"; portanto, Long usou a expressão "HUNA" = "segredo" para designar o sistema.

 


Como HUNA vê o subconsciente ou Eu Básico?

É uma entidade separada, o irmão caçula do Eu Médio. Apoia-se nos cinco sentidos e controla todas as funções do corpo. Como realiza mais de 90% do trabalho da pessoa, também é apelidado de "robô", o "piloto automático" da aviação. Do ar e dos alimentos, produz a energia "mana" utilizada pelos três eus. É a sede das emoções, como alegria, medo, amor; portanto, equivale à "Alm

a" da poesia. Tem personalidade própria, podendo ser brincalhão, mal humorado, teimoso etc. Ao ser a sede da memória, arquiva todas as lembranças, boas e ruins, que se não são devidamente racionalizadas, tornam-se "fixações" ou "complexos". Seu raciocínio é puramente dedutivo, mas é sensível a sugestões. Deve ser educado e treinado pelo Eu Médio, tal qual um irmão caçula, para tornar-se um mordomo perfeito. "Nós temos direito a todas nossas emoções, mas não de usá-las para ferir os outros" diziam os Kahunas. Para eles, ferir os outros com intenção era o único "pecado" que o Eu Médio podia cometer.

 


O Eu Médio pode fazer contatos com o Subconsciente?

Sim. Nossa vontade, nosso Eu Racional, "o espírito que fala" segundo os kahunas, monitora o Eu Básico, sendo seu professor, mestre, conselheiro, programador e sugestionador. O contato, pode ser feito escutando a intuição, que é a voz do Eu Básico inspirado pelo Eu Superior. Para este contato, há quem prefira usar o pêndulo, estabelecendo um código para as respostas sim-não-talvez-não sabe, e fazendo perguntas claras que o Eu Básico responde através das oscilações do pêndulo.

 

E o conceito do Anjo da Guarda? O que tem a ver com Deus?

O Eu Superior, o terceiro membro da trindade, é um ser puramente espiritual. Tem sabedoria superior. Os Kahunas o descreviam como "espírito parental (pai/mãe) extremamente confiável", guia e protetor do ser humano aos seus cuidados. É o representante de Deus no homem. Nós somos deuses em potencial, e o Anjo da Guarda é a "chispa divina" dentro de nós. Tomemos como exemplo: um copo, uma amostra de água de mar, o copo contem água de mar, mas não é o mar, não é o Todo.

 


O Anjo da Guarda pode ser contatado através das preces?

Sim. Possuindo a faculdade de influenciar o futuro de seu protegido, Eu Superior está em condições de transformar as orações e pedidos em realidade. Portanto, um destino pouco favorável pode ser mudado, para melhor, graças a preces feitas corretamente. Para tanto, é condição acreditar na existência de nosso Anjo da Guarda, enviando-lhe uma sobrecarga de mana acompanhada da visualização do pedido cumprido. Paralelamente, é necessário atuar no mundo físico para obter o resultado pretendido (que não deve ferir ninguém, nem a si mesmo). O lema é "ore como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como se tudo dependesse de você".

 


E o que posso pedir nas preces?

Pode-se solicitar ajuda para o bom encaminhamento de inúmeras questões envolvendo saúde, capacidades físicas e psíquicas, finanças, situações profissionais, negócios, desenvolvimento pessoal, etc., nossos ou dos outros. Visar sucesso nos empreendimentos materiais e bem-estar econômico são metas plenamente legítimas. Enquanto vivemos num mundo físico, um entorno material confortável, além de necessário à nossa sobrevivência, constitui uma fonte de alegria e satisfação pessoal, que se transmite ao ambiente e às pessoas que nos rodeiam, influenciando-as positivamente. A única restrição é que os benefícios não devem prejudicar ninguém, nem ser obtidos por meios ilícitos, que não seria mais que outra forma de causar dano a terceiros. Nem "o carro do vizinho", nem o carro novo com "o dinheiro do vizinho". Por mais nobres que sejam, os fins não justificam os meios.

 


O que os Kahunas conseguiam com esse método?

Os Kahunas são homens e mulheres capazes de realizar verdadeiros milagres, tais como a cura instantânea, e a mudança das condições do tempo, tornando-as mais favoráveis à agricultura; também conseguem caminhar, descalços, sobre lava incandescente e prever o futuro. Hoje existem apenas alguns autênticos Kahunas, mas todos nós temos condições de usar seus ensinamentos. Não existem mais segredos.

 


Então, o método HUNA mostra como fazer as preces corretamente?

Sim, quando se compreende como a Psique funciona em seus três níveis, podemos fazer pleno uso de nossas habilidades naturais e desenvolver seu máximo potencial. Como diz Max Freedom: "Se você não utiliza HUNA, está esforçando-se demais".

 


Porquê o método HUNA é tão prático?

1. É um sistema simples e complemente lógico; não requer faculdades ou talentos mediúnicos ou sensitivos. Não pretende ser o único ou melhor sistema/método. Huna é tolerante por reconhecer que todo sistema é arbitrário, respeita o adepto e o crítico; não reconhece dogmas.

2. Proporciona ao principiante, com os primeiros sucesso, uma intensa felicidade, que o motiva a continuar o trabalho.

3. Permite dar uma direção ao diálogo interior (normalmente este diálogo não é dirigido); o objetivo é a educação do eu básico como um amigo e ajudante confiável.

4. Dá ao praticante avançado na ligação com o Eu Superior a sensação inesquecível de proteção, segurança e harmonia interna.

5. Oferece uma interpretação clara da relação do homem moderno com Deus através do Eu Superior (hoje, muitas pessoas ficam insatisfeitas com as "ordens" de crer isto ou aquilo).

6. Para a ligação com o Eu Superior através do cordão aka, requer um mínimo de limpeza interior; cada praticante tem de começar aperfeiçoando-se a si mesmo. A análise das próprias fraquezas melhora o caráter e contribui para aliviar e resolver problemas psíquicos, como depressão e angustia.

7. A Huna não estimula ou sugere que se descarte religiões ou crenças que cada um de nós possa ter e que façam parte da experiência individual, sugerimos familiarizarem-se com as obras de Max Freedon Long.

 


Em 1935 de volta ao continente Norte Americano e vivendo na Califórnia , Max acordou no meio da noite com uma idéia. Com as suas observações, estudos dos mitos, dos símbolos, das lendas, dos fatos exóticos, descobriu que a magia dos Kahunas possuía nomes próprios para seus elementos. Com um dicionário de 1820, compilado por missionários cristãos, que mesmo com sua tradução e interpretação tendenciosa e deturpada, conseguiu decifrar as palavras-chave. Assim correlacionou a tradição dos Kahunas com a psicologia, chamando de Psico-Filosofia HUNA. A pesquisa da Psico-Filosofia Huna, resultou na Huna Research, que hoje é uma instituição internacional com representação no Brasil.

 

HUNA NO BRASIL

A Associação de Estudos Huna do Brasil ligada a Huna Research INC., Dedica-se a divulgar os princípios desta psicofilosofia decodificada por Max Freedom Long que viveu no Hawai no inicio do século, e que denominou de "HUNA" o sistema utilizado pelos antigos habitantes das ilhas que compreende um acervo surpreendente de conhecimento acerca da estrutura da psique humana e seu funcionamento, em uso há mais de cinco mil anos.

KAHUNA ( especialista ) ou guardiões do segredo eram pessoas capazes de realizar verdadeiros milagres, tais como curas instantâneas e resolução de intrincados problemas pessoais e sociais.

Os Kahunas conheciam o funcionamento da estrutura da psique humana compreendida de três partes, Unihipili o Eu Básico ou subconsciente, responsável pela produção e estocagem de mana (energia vital), manutenção das funções vitais do corpo humano, sede da memória e das emoções não possui raciocínio lógico mas sim dedutível é suscetível às sugestões, sendo portanto programado pelo Uhane o Eu Médio, a mente consciente, raciocinadora, o intelecto, o responsável pela programação e orientação da vida nesta dimensão, cada pensamento funciona como uma semente plantada no terreno fértil do Eu Básico.

E funcionará como molde para construção de nosso futuro.

O Eu Médio toma o mana produzido pelo Eu Básico e produz mana-mana ou o que conhe-cemos como "vontade", que é utilizada na condu-ção do dia a dia. Na Huna, somos o resultado daquilo que pensamos com emoção.

Cada idéia ou quadro mental é um projeto sobre o qual o Eu Básico constrói nosso dia a dia, segundo sua função.O Eu Básico e o Eu Médio ocupam o mesmo veículo, o corpo físico, possuindo cada um seu "Q.G.", ou sede nos hemisférios cerebrais.

Embora saibamos que a mente, bem como a memória não estão localizadas somente no cérebro, este é a sua forma de manifestação no plano tridimensional.

Aumakua, Eu Superior ou Superconsciente é o espírito parental ( Pai-Mãe ), totalmente confiável que habita outro plano dimensional ( 40 ou 50 dimensão ), e que apesar de não habitar o corpo físico está ligado aos Eu Básico e Eu Médio através de uma substância invisível ( aka ), cuidando de seus protegidos sem contudo interferir no livre arbítrio do Eu Médio, tendo a seu encargo a elevação espiritual dos seus companheiros, com os quais forma uma TRINDADE.

É o Eu Superior que utilizando mana e mana-mana cria manaloa e molda o futuro que estamos criando através da média de nossos pensamentos diários, daquilo que desejamos e, o que é pior, daquilo que tememos.

Cada qual encontra-se no seu nível de aprendizado e um depende da evolução do outro para ganhar a LUZ. Quando o Eu Básico for um Eu Médio, este será um Eu Superior e este ascenderá ao plano do POE-AUMAKUA ou sociedade dos Espíritos Guardiões.

O novo da Huna é que podemos mudar nosso futuro e assumir a condução de nossas vidas, através da prática do direcionamento das energias, a "PRECE-AÇÃO".

Acredito que muitos dos que lêem este artigo estão cansados de teorias bonitas e bem construídas mas que nenhum resultado prático trazem em suas vidas.

A Huna é prática e age. Porém é imprescindível o trabalho de sua parte, sendo que a Huna apenas aponta o caminho cabendo a você assumir total responsabilidade pela condução de sua vida e criação de seu futuro.

O ideal da Huna é o desenvolvimento integral dos três eus, que conduz a um estado de harmonia, paz interior, abundância, saúde física, mental e espiritual. Para nosso sistema, uma existência infeliz é fruto da desarmonia entre os três eus e pode ser causada por uma obstrução nos canais de comunicação entre eles.

O bloqueio mais comum é causado pelo sentimento de culpa, ou algum outro motivo não racionalizado que impede o Eu Básico de apresentar a Prece Ação, ao Eu Superior.

Na Huna há métodos para se realizar a desobstrução ( kala ), que significa literalmente restaurar a luz. O lema da Huna é uma vida para servir, e não havendo dano não há pecado. Para este sistema "pecado" é causar dano intencional a outros ou a si próprio. Quando usadas corretamente as técnicas Huna, permitem não só "fazer acontecer coisas" como também "fazer alguma coisa com nossas vidas". A Huna torna-se assim um modo de vida.

José Carlos de Souza
ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS HUNA DO BRASIL
Cx. Postal no 14 Veranópolis - RS. - CEP. 95330-000

 

Pesquisa elaborada e enviada por Naida Gralha

Trabalho feito nos grupos MulherNatural e Lux, pesquisado e compilado por Naida Gralha - Ago/2002



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